Um robô, uma equipe formada, e uma sala de aula que passou a incluir
A Escola SESI de São Gonçalo do Amarante levou um humanoide NAO V6 para dentro da rotina pedagógica — e o transformou em ferramenta de inclusão para estudantes neuroatípicos. Fornecimento e capacitação pela Somai.
Da robótica educacional para a interação
A Escola SESI de São Gonçalo do Amarante já trabalhava com robótica educacional. O passo seguinte não era mais um kit: era uma plataforma capaz de interagir com o estudante — falar, gesticular, reconhecer, responder.
Havia uma demanda específica por trás da decisão. Alunos neuroatípicos — com autismo, TDAH e outras condições — precisam de um contexto em que possam praticar habilidades sociais sem a pressão do julgamento. Um robô humanoide cria exatamente esse contexto: previsível, paciente e infinitamente repetível.
Educação do século 21, com tecnologia na rotina
"A instituição está comprometida em oferecer uma educação que prepare os alunos para os desafios do século 21 — e o uso do NAO em sala de aula é um passo importante para envolvê-los e inspirá-los a se tornarem cidadãos informados e inovadores."
Anderson Vieira — Gerente da Unidade Escola SESI, SESI/RNFornecimento e capacitação antes do uso com alunos
Fornecimento do NAO V6
A Somai é a distribuidora exclusiva do NAO no Brasil. A unidade adquirida pela Escola SESI de São Gonçalo do Amarante veio por esse canal.
Capacitação da equipe
Antes do uso com alunos, a escola formou seus profissionais para operar o robô no cenário pedagógico: introdução à robótica educacional, atividades interativas, alinhamento ao currículo e construção de experiências de aprendizagem significativas.
Aplicação em STEAM e pensamento computacional
O NAO é usado no ensino de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática, e no desenvolvimento de pensamento computacional e resolução de problemas.
Suporte continuado
Equipamento único em operação diária exige manutenção próxima. Sem isso, um robô parado é um investimento parado.
Três profissionais da unidade participaram da formação — Jéssica Martins, Josinaldo Araújo e Mateus Zeca.
A sala de aula que passou a incluir
O uso mais forte não foi o previsto no catálogo. A escola combinou o humanoide com blocos de construção para redesenhar a experiência de aprendizagem de alunos com autismo, TDAH e outras condições neuroatípicas.
"O robô cria um ambiente de aprendizado livre de julgamento e de ansiedade, no qual os alunos praticam habilidades sociais e emocionais de forma segura e acessível — com uma abordagem interativa e personalizada de apoio ao desenvolvimento acadêmico e social."
Ana Karenine Medina — Gerente de Educação, SESI/RNE a prova de que a formação pegou: quem descreve o resultado em sala é o mesmo professor que passou pela capacitação.
"A integração do humanoide com os blocos foi fundamental para o sucesso dos alunos neuroatípicos — as ferramentas ajudam no desenvolvimento de habilidades acadêmicas e promovem inclusão e autoconfiança."
Mateus Zeca — Professor de oficina tecnológica, SESI/RNQuatro fatores que fizeram a diferença
| Capacitação da equipe antes do uso com alunos | Evitou que o robô ficasse guardado por insegurança do professor. |
| Alinhamento ao currículo desde a formação | Evitou atividade solta, sem lugar no planejamento. |
| Aplicação em educação inclusiva | Evitou uso restrito à demonstração e à visita de pais. |
| Continuidade da mesma equipe ao longo dos anos | Evitou que o conhecimento se perdesse na primeira troca de professor. |
De uma unidade para um modelo replicável
Uma unidade de NAO em operação, com equipe formada, é a base para escalar: replicar o modelo em outras unidades da rede e ampliar o que o robô faz — incluindo a camada de inteligência artificial conversacional que a Somai desenvolve hoje para modernizar os robôs já instalados, sem troca de equipamento.
Para uma rede que já provou o conceito em uma escola, o próximo passo é barato em risco e alto em retorno.
Quem vive o projeto no SESI/RN
Gestores e professores da unidade que colocaram o robô humanoide na rotina da escola.
O projeto em números e fatos
| Instituição | SESI Rio Grande do Norte — Sistema FIERN |
| Unidade | Escola SESI de São Gonçalo do Amarante |
| Equipamento | NAO V6 — robô humanoide |
| Entregas Somai | Fornecimento e capacitação de profissionais da unidade |
| Aplicações | Robótica educacional, STEAM, pensamento computacional e educação inclusiva |
| Público | Educação básica, com destaque para estudantes neuroatípicos |
Fontes: SESI/RN — "SESI Escola RN investe na utilização de robô NAO em atividades educacionais" e "Robôs humanoides e Lego transformam experiência de aprendizado para alunos neuroatípicos na Escola SESI".
Tecnologia integrada à educação desde 1990
No mercado desde 1990, a Somai é especializada em integrar novas tecnologias à educação. A excelência técnico-pedagógica é sustentada por uma equipe multidisciplinar de pedagogos, professores, psicólogos, designers gráficos, administradores, programadores e técnicos, que trabalham para entregar soluções tecnológicas de alto impacto educacional.
Mais de 35 anos, 2.500 escolas atendidas, 25 mil educadores envolvidos e 2,1 milhões de estudantes impactados.
O que a Somai colocou em campo
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Uma escola. Um robô. Uma equipe que soube usá-lo.
Somai EdTech
A Somai fornece, capacita e mantém em operação a maior base de robôs humanoides educacionais do Brasil — e transforma equipamento em prática pedagógica que a escola sustenta sozinha.