O robô que uma rede inteira passou a chamar de seu
Oito humanoides NAO, oito cidades, da educação infantil ao ensino médio. Fornecimento, implantação e formação de professores pela Somai. Em operação desde 2021 — e ainda no centro da comunicação da rede em 2026.
Uma tecnologia para toda a educação básica
O SESI Santa Catarina, do Sistema FIESC, já tinha robótica no currículo. O que faltava era uma tecnologia capaz de atravessar todas as etapas da educação básica sem trocar de plataforma, ser programada pelo próprio aluno, ser operada pelo professor da rede — e criar vínculo suficiente para que o estudante quisesse reencontrá-la na aula seguinte.
Um humanoide resolve os quatro pontos ao mesmo tempo. É por isso que a decisão não foi por mais um kit de robótica.
Investimento em formação, não em equipamento
A compra foi tratada como investimento estratégico em formação, não como aquisição de equipamento.
"Os investimentos na área educacional buscam uma formação mais conectada a um mercado de trabalho fortemente influenciado pela tecnologia. A interação do robô com os alunos permite ligar teoria e prática, tornando o aprendizado mais interessante e criativo."
Fabrizio Machado Pereira — Diretor de Educação e Tecnologia, FIESCDo fornecimento ao suporte continuado
Fornecimento
A Somai é a distribuidora exclusiva do NAO no Brasil. As oito unidades do SESI/SC vieram por esse canal — não há outro caminho de aquisição do equipamento no país.
Implantação distribuída
Os robôs foram para oito cidades diferentes. Isso exige padrão único de configuração e suporte descentralizado, não uma entrega concentrada em um laboratório-modelo.
Formação docente
Os professores da rede foram capacitados para operar o robô e explorar suas possibilidades pedagógicas antes do uso em sala. É a etapa que decide se o robô vira rotina ou vira armário.
Suporte continuado
Equipamento em uso diário, espalhado por oito cidades, precisa de manutenção e atualização ao longo dos anos. É o que sustenta cinco anos de operação ininterrupta.
O que os professores passaram a fazer
"Conseguimos programar o robô para jogos e quizzes, ensinar o alfabeto e palavras, contar histórias e interagir de várias formas com crianças e adolescentes — além do reconhecimento facial, que associa o rosto de uma pessoa ou um objeto ao nome correto."
Filipe Ribeiro Da Cas — Professor do curso técnico de desenvolvimento de sistemas, SESI/SCDocentes da rede consideram o robô uma boa ferramenta para ensinar programação: o sistema é simples o bastante para servir de base a quem se interessa pelo universo de TI.
A rede batizou o robô
Quando os equipamentos chegaram, os professores contaram aos alunos que o robô tinha vindo de outro planeta e não lembrava o próprio nome. A votação para escolher o nome mobilizou mais de 2 mil estudantes. O vencedor, SEBIT, é como a rede se refere a ele até hoje. Nenhuma campanha de marketing compra esse nível de apropriação.
O robô virou interlocutor
"A simples presença do robô já produz uma experiência memorável e uma sensação de familiaridade com a robótica. Pelo carisma, ele se torna um interlocutor privilegiado, com acesso ao espaço afetivo das crianças — e pode adotar comportamentos exemplares que os alunos levam mais a sério justamente por virem de um terceiro."
Othon Neves — Desenvolvedor de Produtos, SESI/SCInclusão
A capacidade do robô de imitar movimentos humanos foi aproveitada com estudantes autistas e com dificuldade de aprendizagem: o robô demonstra gestos e o contexto emocional em que são usados, e a criança imita — treinando expressão e habilidade social em um ambiente sem julgamento.
Do recurso de sala à marca da instituição
Em 2026, o robô segue na comunicação institucional da Escola SESI/SC, inclusive na página de Educação Infantil. Em novembro de 2025, foi levado a uma escola municipal de Caçador para uma ação com estudantes e para anunciar o Festival Regional de Robótica, com presença da vice-presidência regional da FIESC.
"Experiências práticas e interativas como a visita do robô incentivam o protagonismo dos estudantes e os aproximam das competências exigidas pelo mercado de trabalho e pela vida."
Graziela Pereira da Silva — Gerente Executiva, FIESCO vice-presidente regional Leonir Tesser reforçou o papel da tecnologia como aliada na educação. O projeto deixou de ser recurso de sala de aula e passou a representar a marca da instituição fora da rede.
De Santa Catarina para outras regionais
O caminho aberto em Santa Catarina se repetiu em outras regionais. O SESI do Rio Grande do Norte adquiriu um NAO V6 em 2023 e capacitou sua equipe para uso pedagógico.
"O robô cria um ambiente de aprendizado livre de julgamento e ansiedade, no qual alunos neurotípicos e neuroatípicos praticam habilidades sociais e emocionais com segurança."
Ana Karenine Medina — Gerente de Educação, SESI/RNQuem vive o projeto no SESI
Gestores e professores da rede que colocaram o robô humanoide na rotina da escola.
Inteligência artificial na base já instalada
Ainda em 2022, o próprio SESI/SC apontou para onde o projeto caminharia: Othon Neves avaliou que o robô pode ser conectado a uma inteligência artificial — e que, quando se pensa nisso, o potencial se torna praticamente ilimitado.
É exatamente o que a Somai desenvolve hoje para a base instalada: uma camada de IA conversacional e de programação por linguagem natural que moderniza os robôs NAO já em operação, sem exigir troca de equipamento.
O projeto em números e fatos
| Instituição | SESI Santa Catarina — Sistema FIESC |
| Equipamento | NAO — humanoide de aproximadamente 60 cm, fabricado pela Aldebaran / SoftBank Robotics |
| Unidades | 8 |
| Cidades | Criciúma, Brusque, Rio do Sul, Itajaí, Lages, Videira, São Bento do Sul e Joinville |
| Público atendido | Da educação infantil ao ensino médio |
| Entregas Somai | Fornecimento, implantação, formação docente e suporte continuado |
| Início da operação | 2021 |
Fontes: Agência CNI de Notícias e FIESC (julho de 2022); Portal Caçador Online (novembro de 2025); SESI/RN (2023 e 2026); páginas institucionais da Escola SESI/SC.
Tecnologia integrada à educação desde 1990
No mercado desde 1990, a Somai é especializada em integrar novas tecnologias à educação. A excelência técnico-pedagógica é sustentada por uma equipe multidisciplinar de pedagogos, professores, psicólogos, designers gráficos, administradores, programadores e técnicos, que trabalham para entregar soluções tecnológicas de alto impacto educacional.
Mais de 35 anos, 2.500 escolas atendidas, 25 mil educadores envolvidos e 2,1 milhões de estudantes impactados.
O que a Somai colocou em campo
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Somai EdTech
A Somai fornece, implanta, forma professores e mantém em operação a maior base de robôs humanóides educacionais do Brasil — e moderniza com inteligência artificial os equipamentos que já estão em sala de aula.